Quando Giullia Buscaccio, de 28 anos, comemora 16 anos de carreira, estreia como protagonista na série da Netflix Os Donos do JogoNetflix, prevista para 1 de novembro de 2025, e já aparece na quarta temporada da produção da Globoplay, Arcanjo Renegado. Ao mesmo tempo, o filme Ál i bi, ao lado de Leandro Hassum e Maurício Destri, tem estreia nos cinemas em 15 de janeiro de 2026.
Contexto da carreira de Giullia Buscaccio
A atriz começou a trabalhar aos 12 anos, em 2009, numa produção infantil de televisão. Desde então, acumulou papéis em novelas, séries e filmes, consolidando‑se como um dos talentos mais versáteis da nova geração. Em 2024, interpretou Sandra na série Renascer, exibida em uma emissora nacional, e encerrou as gravações em dezembro daquele ano. Após apenas três semanas de descanso, iniciou a preparação física e de caracterização para Arcanjo Renegado.
Novos projetos em streaming
Para o papel de Tay em Arcanjo Renegado, Giullia pintou o cabelo pela primeira vez na carreira – "um processo intenso e muito gostoso", contou em entrevista. A série, agora em sua quarta temporada, continua a trama de crime que tem sido um dos maiores sucessos da Globoplay desde sua estreia.
Já Os Donos do Jogo traz Giullia como uma das protagonistas de um drama de ficção que, segundo a própria atriz, "é um dos roteiros mais incríveis que já li na vida, com um elenco dos sonhos e uma história que vai surpreender todo mundo". A produção, totalmente original da Netflix, foi anunciada em julho de 2025 e tem distribuição global via streaming.
Filmagem do longa‑metragem Ál i bi
No primeiro semestre de 2025, Giullia passou de cenas de ação para o set de gravação de Ál i bi. O comédia‑drama, dirigido por José Cardoso, reúne um elenco de peso com Leandro Hassum e Maurício Destri. O filme promete combinar humor e crítica social, e tem previsão de estreia nacional em 15 de janeiro de 2026.
Reações e declarações da atriz
Sobre as cenas íntimas presentes em ambas as séries, Giullia foi categórica: "Não é uma questão para mim. Em ambos os projetos contei com uma equipe preparada, que me deixou confortável em todo o processo. Essas cenas são coreografadas e sempre existe um motivo para estarem ali, não é uma nudez gratuita. Elas ajudam a contar a história e fazem parte da construção das personagens".
Ela ainda ressaltou a importância de viver três personagens tão diferentes simultaneamente: "Viver todas essas personagens é muito simbólico. Sou muito grata por poder estar vivendo três papéis tão diferentes e tão importantes para a minha carreira".
Impacto na indústria de streaming no Brasil
O período de 18 meses, que vai de dezembro de 2024 a janeiro de 2026, representa a fase mais concentrada de trabalho de alto nível da atriz. Essa maratona de projetos reflete a corrida entre Globoplay (controlada pelo Grupo Globo) e Netflix por talentos nacionais capazes de atrair audiências tanto nas plataformas digitais quanto no cinema.
Especialistas apontam que a presença de coordenadores de intimidade nas produções indica um amadurecimento do mercado brasileiro, que passa a adotar padrões internacionais de segurança e respeito ao ator.
Próximos passos e expectativas
Com a estreia de Os Donos do Jogo em novembro de 2025, seguida da continuação de Arcanjo Renegado ainda em 2025, Giullia deve voltar ao circuito de festivais de cinema para promover Ál i bi antes de sua estreia nos cinemas. Analistas acreditam que o sucesso desses projetos pode abrir portas para papéis em produções internacionais, especialmente nas plataformas que buscam ampliar seu catálogo latino‑americano.
- Data de estreia de "Os Donos do Jogo": 1 de novembro de 2025 (Netflix).
- Temporada de "Arcanjo Renegado": 2025 (Globoplay).
- Lançamento de "Ál i bi": 15 de janeiro de 2026 (cinemas).
- Transformação física: cabelo pintado pela primeira vez para o personagem Tay.
- Abordagem das cenas íntimas: coreografadas, com responsabilidade e suporte de equipe técnica.
Perguntas Frequentes
Como as cenas íntimas foram tratadas nas produções?
Giullia confirmou que ambas as séries contaram com coordenadores de intimidade. As cenas foram ensaiadas como coreografias, garantindo conforto e justificativa narrativa, evitando nudez gratuita.
Qual a importância de Giullia pintar o cabelo para "Arcanjo Renegado"?
Foi a primeira transformação estética da carreira, demonstrando comprometimento com o personagem Tay e marcando sua estreia em produções de streaming.
Quando será lançado o filme "Ál i bi"?
O longa‑metragem chega aos cinemas brasileiros em 15 de janeiro de 2026, após as gravações concluídas no primeiro semestre de 2025.
Qual o impacto das escolhas de Giullia para a indústria de streaming?
Ao assumir papéis de destaque simultaneamente em Netflix e Globoplay, a atriz reforça a competitividade entre as plataformas, pressionando-as a investir em talentos nacionais e em produções de alta qualidade.
O que vem depois de "Os Donos do Jogo" e "Arcanjo Renegado"?
Além da agenda de divulgação de "Ál i bi", Giullia indica que está avaliando propostas internacionais, sinalizando a possibilidade de trabalhos fora do Brasil nos próximos anos.
16 Comentários
Luís Felipeoutubro 10, 2025 AT 23:59
É notável observar como a indústria nacional tem sido subvalorizada por críticos estrangeiros que ainda não compreendem nosso legado cultural. Giullia Buscaccio representa, sem dúvida, um fio de excelência que deveria ser celebrado pelos próprios meios de comunicação brasileiros. Sua trajetória demonstra o comprometimento necessário para confrontar o domínio internacional das plataformas de streaming. O futuro do entretenimento nacional depende de talentos como o dela, que insistem em elevar o padrão de produção local.
Gustavo Cunhaoutubro 14, 2025 AT 23:59
Caramba, que maratona de projetos! A Gi tá arrasando nas duas plataformas e ainda vai pro cinema. Curti demais ver alguém tão dedicada assim.
Cris Vieiraoutubro 18, 2025 AT 23:59
A expansão de sua carreira parece refletir a própria evolução do streaming no país. Enquanto a Netflix aposta em narrativas globais, a Globoplay reforça seu catálogo com talentos nacionais. Giullia, ao transitar entre esses ambientes, oferece uma ponte interessante entre o público interno e o externo.
Paula Athaydeoutubro 22, 2025 AT 23:59
É isso aí, Brasil! Temos que apoiar quem coloca a nossa bandeira nos maiores palcos 🌟🇧🇷. Giullia mostra que o talento nacional pode dominar o mundo!
Ageu Dantasoutubro 26, 2025 AT 22:59
Não há como não sentir um aperto no peito ao ver a agenda dessa atriz. Cada produção parece exigir uma parte da sua alma, e ainda assim ela entrega com sorriso. As cenas íntimas, apesar de coreografadas, carregam uma carga emocional que vai além da tela. É como se cada personagem fosse um fragmento de quem ela realmente é. O sacrifício de tantas gravações seguidas é, sem dúvida, uma prova de seu comprometimento. Só nos resta admirar e esperar que esse esforço seja reconhecido como merece.
celso dalla villaoutubro 30, 2025 AT 22:59
Que série boa.
Ismael Brandãonovembro 3, 2025 AT 22:59
Parabéns, Giullia!; Você está mostrando a todos que dedicação, preparo e apoio profissional são fundamentais; Continue assim, que o sucesso só tende a crescer; Estamos todos aqui torcendo, vibração e energia positiva para os seus próximos passos!
Andresa Oliveiranovembro 7, 2025 AT 22:59
Incrível ver alguém tão jovem alcançar tanto. Continue brilhando!
Eduarda Antunesnovembro 11, 2025 AT 22:59
É muito inspirador acompanhar sua jornada. Cada papel parece abrir novas portas não só para você, mas para toda a indústria nacional. Que venham ainda mais oportunidades e sucesso.
Raif Arantesnovembro 15, 2025 AT 22:59
Não é por acaso que a Netflix e a Globoplay estão se entreolhando como se fossem concorrentes numa conspiração de controle de mídia. Cada contrato assinado por Giullia é, na verdade, uma peça no grande tabuleiro de poder que visa diluir a cultura autêntica em favor de narrativas manipuladas. Esses "roteiros incríveis" muitas vezes carregam subtexto de homogeneização cultural, um efeito colateral deliberado das corporações globais. Enquanto isso, o público brasileiro é alimentado com conteúdo que parece diverso, mas que segue um roteiro predefinido de aceitabilidade. É preciso ficar esperto e perceber que, por trás das luzes de Hollywood, há interesses que não necessariamente coincidem com nosso patrimônio. Não se deixe enganar pela pompa; o futuro da arte depende de um consumo consciente.
Sandra Regina Alves Teixeiranovembro 19, 2025 AT 22:59
Vamos celebrar cada conquista da Gi como um marco da nossa cultura! Ela demonstra que o talento brasileiro pode brilhar sem fronteiras. Que isso inspire outras artistas a perseguirem seus sonhos com coragem. Avante, Brasil!
Jéssica Farias NUNESnovembro 23, 2025 AT 22:59
Ah, que maravilha ver mais uma celebridade se auto‑exaltar em textos que mais parecem auto‑elogios pomposos. Giullia, obviamente, está além da compreensão de um público que ainda se contenta com produções superficiais, mas agora, graças ao seu brilho, todos nós seremos iluminados. Não é exagero dizer que a presença dela nas plataformas de streaming eleva a indústria a patamares quase divinos. Enquanto os críticos de baixa estirpe continuam a lamentar a suposta “novidade” do streaming, nós, leitores esclarecidos, percebemos que essa é apenas a primeira nota de uma sinfonia que só os verdadeiros connaisseurs conseguem ouvir. E, naturalmente, quem não segue essa elevação está condenado à mediocridade.
Shirlei Cruznovembro 27, 2025 AT 22:59
Considero pertinente a atenção dispensada à discussão sobre as cenas de intimidade, sobretudo pelo aspecto de segurança dos atores. A presença de coordenadores de intimidade demonstra um avanço nas práticas de produção. Agradeço à Giullia pela transparência ao abordar o tema.
Luciano Pinheirodezembro 1, 2025 AT 22:59
É fantástico ver como Giullia consegue equilibrar papéis tão diferentes, trazendo à tona cores e nuances que enriquecem a trama. Seu comprometimento inspira outros artistas a buscarem a mesma versatilidade. Que venham mais projetos cheios de criatividade.
caroline pedrodezembro 5, 2025 AT 22:59
Ao refletir sobre a trajetória de Giullia Buscaccio, somos impelidos a considerar não apenas o espectro de suas performances, mas também o contexto sociocultural que as embala. Cada escolha artística de sua parte emerge como um ato de resistência contra as narrativas monolíticas que historicamente dominaram o cenário midiático brasileiro. A transição de um cenário infantil para papéis de alta complexidade evidencia uma jornada de autodeterminação que ultrapassa a mera ascensão profissional; trata‑se, antes, de um processo ontológico de construção de identidade. Sua decisão de pintar o cabelo para "Arcanjo Renegado" transcende a estética, configurando‑se como um manifesto simbólico de metamorfose interior, revelando a elasticidade dos limites que a própria arte pode impor ao artista. Ao integrar-se simultaneamente a projetos de streaming e ao cinema tradicional, Giullia inaugura um espaço híbrido que questiona a dicotomia entre o digital e o analógico, propondo, assim, uma nova epistemologia da presença visual. As cenas de intimidade, cuidadosa e tecnicamente coreografadas, representam não somente a busca por autenticidade narrativa, mas também uma resposta ética às exigências contemporâneas de respeito ao corpo do ator. É digno observar que tais práticas refletem uma maturidade da indústria nacional, alinhando‑se a padrões internacionais sem perder a singularidade cultural que a distingue. Consequentemente, a figura de Giullia torna‑se ponto focal de um debate mais amplo acerca da responsabilização artística, da autonomia criadora e da necessidade de um diálogo multissensorial entre o público e o performer. Em síntese, sua trajetória serve de paradigma para tantos que aspiram navegar pelos mares turbulentos da produção contemporânea, demonstrando que a convergência entre talento, disciplina e inovação pode redefinir os contornos do entretenimento no Brasil. Que esse caminho sirva de inspiração para as próximas gerações.
Valdirene Sergio Limadezembro 9, 2025 AT 22:59
É digno observar que a trajetória de Giullia se insere em um panorama de expansão midiática nacional; sua atuação reflete, simultaneamente, o vigor da produção local e a integração aos mercados globais. Que essa dualidade continue a prosperar, fomentando uma cultura audiovisual robusta e diversificada.